igualdade de tratamento para as posições a favor e contra a (co)adopção gay

Petição dirigida a: Fátima Lopes / TVI + RTP + SIC + RR

 

igualdade de tratamento para as posições a favor e contra a (co)adopção gay

0500
  377
 
377 pessoas já assinaram esta petição. Ajude-nos a conseguir 500 assinaturas.

igualdade de tratamento para as posições a favor e contra a (co)adopção gay

Não basta o "voto universal" para garantir a natureza democrática de um regime. É igualmente necessário que todas as opiniões em confronto se possam exprimir e apresentar aos cidadãos os seus argumentos, num ambiente de verdadeiro pluralismo. Eis o que tem faltado na discussão pública sobre a questão da co-adopção, em vias de ser levada a referendo nacional. As forças ligadas aos movimentos de gays e lésbicas têm quase monopolizado o espaço de debate, intoxicando a opinião pública com argumentos falaciosos, distorcidos, generalizando de forma abusiva situações absolutamente excepcionais. Tudo isto sem um contraditório que permita às pessoas formularem serena e informadamente o seu juízo. É preciso, portanto, demonstrar aos senhores da agenda mediática que os cidadãos estão atentos à campanha de manipulação em curso e exigem uma postura diferente.

O exemplo mais público e notório do que não é um debate aberto e pluralista terá ocorrido recentemente no programa da TVI "A tarde é sua" da responsabilidade de Fátima Lopes. Na emissão de 6 de fevereiro, Fátima Lopes convidou para "debater" 3 pessoas, todas elas a favor da proposta de lei da co-adopção gay: i) Isabel Moreira, deputada socialista subscritora da proposta de lei; ii) Paulo Corte-Real, líder da ILGA Portugal; iii) Dulce Rocha, vice-presidente do IAC-Instituto de Apoio à Criança. cf. http://www.tvi.iol.pt/programa/a-tarde-e-sua/4140/videos/133829/video/14079238/1

Isto não pode continuar a acontecer, porque a Lei exige igualdade de tratamento às diferentes opiniões em confronto e - sobretudo - porque os cidadãos exigem uma comunicação social que os respeite, que não tente sistematicamente manipulá-los. Para isso, subscreva, por favor, esta mensagem à TVI e a Fátima Lopes para que respeitem e dêem igual antena às duas posições - proporcionando aos que verdadeiramente defendem o «superior interesse da criança» as mesmas condições e oportunidades para expor as suas razões.

Leia, assine e divulgue, por favor!

Esta petição foi criada por um cidadão ou uma organização independente de CitizenGO. Por essa razão, CitizenGO não é responsável por seu conteúdo.
+ Letter to:

Assine esta petição agora!

 
Please enter your first name
Please enter your last name
Please enter your email
Please enter your country
Please enter your zip code
CitizenGO protegerá sua privacidade e lhe manterá informado/a sobre esta e outras campanhas.

Petição dirigida a: Fátima Lopes / TVI + RTP + SIC + RR

Não basta o "voto universal" para garantir a natureza democrática de um regime. É igualmente necessário que todas as opiniões em confronto se possam exprimir e apresentar os seus argumentos aos cidadãos num ambiente de verdadeiro pluralismo. Para isto, é grande a responsabilidade da comunicação social em garantir, na prática, o pluralismo dialético e democrático.

No programa "a tarde é sua" da responsabilidade de Fátima Lopes, emitido no canal generalista da estação de televisão TVI, na tarde de 6 de fevereiro, Fátima Lopes convidou 3 pessoas para "debater" a co-adopção. Estranhamente todas elas representavam a posição favorável à proposta de lei da co-adopção gay: i) Isabel Moreira, deputada socialista subscritora da proposta; ii) Paulo Corte-Real, líder da ILGA; iii) Dulce Rocha, vice-presidente do IAC-Instituto de Apoio à Criança.

Nós, os cidadãos e famílias que nos opomos a esta proposta e à visão da família que lhe subjaz, reconhecendo o direito de expressão de todas as opiniões contrárias, não podemos deixar de exigir o mesmo direito a exprimir tambem a nossa posição, sempre e onde quer que se pretenda lançar este debate - especialmente num meio de grande alcance social como é a televisão. Esta exigência de igualdade de tratamento é particularmente premente, tratando-se de defender o Direito das Crianças a uma mãe e um pai; tratando-se de representar as principais interessadas - as próprias crianças, o futuro e "bem comum" da nossa comunidade.

As duas posições deverão confrontar-se em breve num referendo nacional, recentemente aprovado na Assembleia da República. Se só então nos for reconhecido o direito de defesa das nossas ideias, será tarde. Esta exigência assenta no princípio do pluralismo democrático que vincula todos as entidades "públicas ou privadas" que promovam momentos de esclarecimento ou discussão pública - não apenas as entidades e programas com um carácter estritamente informativo. Assim se assegura o direito dos cidadãos portugueses a ser informados com isenção pelos diferentes órgãos de comunicação social, com especial ênfase para as televisões generalistas como é o caso da TVI e do programa «a tarde é sua», da responsabilidade de Fátima Lopes.

A democracia portuguesa tem reiteradamente definido nos seguintes termos o princípio da "igualdade de tratamento" a observar por entidades públicas e privadas (como é o caso da TVI) nos diferentes tempos de debate nacional, eleitoral ou referendário:

«Os candidatos, os partidos políticos, coligações e grupos proponentes têm direito a efectuar livremente e nas melhores condições a sua propaganda, devendo as entidades públicas e privadas proporcionar-lhes igual tratamento.» (cf. http://www.cne.pt/sites/default/files/dl/al_2013_cal.pdf)

Estando em vias de ser convocado um referendo nacional sobre adopção e co-adopção gay - contexto em que o programa de Fátima Lopes necessariamente se enquadrava -  todas as posições em confronto devem poder exprimir-se para os portugueses formularem o seu juízo em plena consciência e liberdade. A sociedade portuguesa não abdica do seu direito a um debate são e pluralista, seja diante do chamado "quarto poder", do lobby gay ou de ambos em secreto conluio. Exigimos de Fátima Lopes e de todos os grandes meios de comunicação social - TVI, RTP, SIC, Renascença - o mesmo direito de participação que tem sido concedido aos nossos poderosos adversários.

Atenciosamente,
[Seu nome]

igualdade de tratamento para as posições a favor e contra a (co)adopção gay

Assine esta petição agora!

0500
  377
 
377 pessoas já assinaram esta petição. Ajude-nos a conseguir 500 assinaturas.