PELO DIREITO A SER PRINCESA!

Petição dirigida à Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa

 

PELO DIREITO A SER PRINCESA!

02.000
  1.006
 
1.006 pessoas já assinaram esta petição. Ajude-nos a conseguir 2.000 assinaturas.

PELO DIREITO A SER PRINCESA!

A mais recente campanha anti-tabagismo, destinada a contrariar o aumento do consumo de tabaco entre as mulheres, está a gerar polémica em Portugal.

A campanha tem por título: “Deixe de fumar, opte por amar mais”. Foi realizado um vídeo, com o título “Opte por amar mais”(https://youtu.be/uNr3R7Eb8JI).

No vídeo, uma mulher que sofre de cancro do pulmão, diz à sua filha: “Uma princesa não fuma!”.

A “polícia do pensamento” atacou de imediato. O Bloco de Esquerda, a deputada Isabel Moreira, do PS, a Associação feminista “Capazes” e a UMAR vieram a público, indignadas. Indignadas com o aumento do consumo de tabaco entre as mulheres? Indignadas porque as filhas podem imitar os gestos das mães fumadoras? Não! Indignadas porque alguém ousou comparar uma menina a uma princesa!

As “Capazes” e a UMAR apresentaram queixa à Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género. A CIG emitiu um comunicado crítico, reconhecendo a importância da campanha, mas lamentando “no entanto, a forma utilizada para transmitir esta mensagem, recorrendo a estereótipos discriminatórios, os quais são igualmente prejudiciais à vida das mulheres e dos homens na nossa sociedade.”

Facto: os homens estão a fumar menos e as mulheres estão a fumar mais. Facto: a Organização Mundial de Saúde elogiou esta campanha, tendo a a Directora do Programa de Controlo do Tabagismo, Kristina Mauer-Stender, tendo afirmado que: “Esta curta-metragem, «Opte Por Amar Mais», é uma história emocionante com uma mensagem forte para as mulheres”.

Escreva à Senhora Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, que tutela a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, e exija que a CIG deixe de ser uma caixa de ressonância de organizações que defendem um feminismo que não deixa as mulheres serem mulheres!

Será dado conhecimento desta campanha ao Senhor Presidente da República, pelo grave atentado à mais elementar liberdade de expressão.

+ Letter to:

Assine esta petição agora!

 
Please enter your first name
Please enter your last name
Please enter your email
Please enter your country
Please enter your zip code
Ao assinar você aceita os termos de uso da CitizenGO e sua política de privacidade, e aceita receber mensagens de e-mail sobre nossas campanhas. Você pode cancelar seu cadastro na lista a qualquer momento.

Pelo direito a ser princesa!

Exma. Senhora Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa,

Venho por este meio exigir que a CIG retire de imediato o comunicado que emitiu sobre a mais recente campanha anti-tabagismo da Direcção-Geral de Saúde. 

Uma entidade governamental não pode funcionar como caixa de ressonância de um feminismo que não deixa as mulheres serem mulheres.

Não compete à CIG exercer qualquer tipo de censura a uma curta-metragem que nada contém que possa ofender a dignidade do género feminino.

Trata-se somente de uma curta-metragem – muito elogiada pela Organização Mundial de Saúde -  destinada a combater o aumento do tabagismo entre as mulheres portuguesas. 

A CIG defende a igualdade dos géneros ou pretende abolir os géneros?

Uma mulher tem o direito de ser chamada “princesa” pelo seu marido, pelos seus pais ou pelos seus avós.

Uma mulher tem o direito a ser mãe e a chamar “princesa” à sua filha.

Uma menina tem o direito de brincar com bonecas e de sonhar com princesas.

Qual é o próximo passo da CIG? Fazer uma campanha retroactiva contra a célebre frase do Engº Macário Correia – “Beijar uma rapariga que fuma é como lamber um isqueiro”?

Parece ridículo. Mas, como afirmou André Badalo, realizador da curta-metragem em causa, as pessoas perderam completamente a noção do ridículo. E, ao que parece, as entidade governamentais também.

Atenciosamente,
[Seu nome]

PELO DIREITO A SER PRINCESA!

Assine esta petição agora!

02.000
  1.006
 
1.006 pessoas já assinaram esta petição. Ajude-nos a conseguir 2.000 assinaturas.