Digam não à Ideologia de Gênero no Plano Municipal de Educação do Rio de Janeiro

Mesmo com o rechaço dos parlamentares à ideologia de gênero no PNE, pretendem introduzi-la nas escolas do Rio de Janeiro

 

Digam não à Ideologia de Gênero no Plano Municipal de Educação do Rio de Janeiro

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Digam não à Ideologia de Gênero no Plano Municipal de Educação do Rio de Janeiro

Diga NÃO à ideologia de gênero nas escolas! Após um longo debate, o Congresso Nacional retirou a ideologia de gênero do Plano Nacional de Educação no dia 6 de abril de 2014. Os brasileiros, em sua grande maioria, já mostraram que não querem isso na educação dos seus filhos. O Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado no ano passado (Lei 13.005, de 25 de junho de 2014), prevê metas da educação básica até a pós-graduação para serem atingidas nos próximos dez anos.

Queremos a redação sem gênero também no Plano Municipal de Educação (PME) do Rio de Janeiro. Propomos, portanto, a erradicação de todas as formas de discriminação, sem a inclusão do termo “gênero” ou "orientação sexual". O que é a ideologia do gênero? As expressões “gênero” ou “orientação sexual” referem-se a uma ideologia que procura encobrir o fato de que os seres humanos se dividem em dois sexos. Esta corrente ideológica afirma que as diferenças entre homem e mulher, além das evidentes implicações anatômicas, não correspondem a uma natureza fixa, mas são produtos de uma cultura de um país ou de uma época.

Assim, as pessoas que adotam o termo gênero insistem na necessidade de “desconstruir” a família, o matrimônio e a maternidade e, deste modo, fomentam um “estilo de vida” que incentiva todas as formas de experimentação sexual desde a mais tenra idade. Negar a biologia e a psicologia é negar a ciência! A escola deve ter compromisso com a verdade, fomentando o conhecimento da realidade e não doutrinando os alunos com ideologias. Além disso, o papel da educação deveria ser o de fomentar o conhecimento da realidade, não a sua desconstrução ou a neutralização das características psicológicas e biológicas dos meninos e das meninas. Devemos ensinar os nossos filhos a respeitar as pessoas, independentemente do sexo, raça, condição social, etc., mas isso não quer dizer confundi-los com uma ideologia como esta.

Com efeito, o termo “gênero”, empregado para designar as categorias de pessoas submetidas às diretrizes do PME, é impreciso, ambíguo, de forte conteúdo ideológico, passível de indesejados e ilegais alargamentos no âmbito de sua incidência, aplicação. Em breve será votado na Câmara Municipal do Rio de Janeiro o Plano Municipal de Educação. Portanto, é URGENTE que mostremos novamente que NÃO queremos a ideologia do gênero na educação de nossos filhos. Diga NÃO à ideologia do Gênero no Plano Municipal de Educação!

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Não quero a ideologia de gênero no PME do Rio de Janeiro

Prezado (a) Vereador (a),

Peço que vote contra a inserção da Ideologia de Gênero no Plano Municipal de Educação do Rio de Janeiro. Trata-se de uma engenharia social idealizada por fundações internacionais e pelos partidos de esquerda e que tem como objetivo final a abolição da família. 

É apresentada sob a maquiagem da luta contra o preconceito, mas na verdade o seu objetivo é subverter completamente a sexualidade humana para que também a família possa ser destruída. Como se trata de uma ideologia controversa e sem nenhum fundamento científico, só resta aos seus defensores apresentá-la sob a bandeira da luta contra o preconceito. O Plano Municipal de Educação não pode contrariar as diretrizes da Lei Federal 13.005 (24/06/2014) que expurgou a Ideologia de gênero do Plano Nacional de Educação.

Se essa ideologia for introduzida em nosso sistema educacional, estará comprometido todo o edifício social e legal que tinha seu sustento sobre a instituição da família. Os princípios legais para a construção de uma nova nova sociedade, baseada na total permissividade sexual, terão sido lançados. A instituição familiar passará a ser vista como uma categoria “opressora” diante dos gêneros novos e inventados, como a homossexualidade, bissexualidade, transexualidade e outros. Para que estes novos gêneros sejam protegidos contra a discriminação da instituição familiar, kits gays, bissexuais, transexuais e outros poderão tornar-se obrigatórios nas escolas. Já existe inclusive um projeto de lei que pretende inserir nas metas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional a expressão “igualdade de gênero”. 

Diante do exposto pelo que vote contra a inclusão da Ideologia de Gênero no PME do Rio de Janeiro. Os pais e mães têm o dever e o direito de ducar seus filhos. A Constituição nos garante isso e o Código Civil expressa a real definição de família, seus direitos e deveres na educação dos filhos:

Constituição 1988

Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado.[...]

§ 3º - Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.

§ 5º - Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher.


Código Civil

Art. 1.566. São deveres de ambos os cônjuges:

IV - sustento, guarda e educação dos filhos. 

Art. 1.567. A direção da sociedade conjugal será exercida, em colaboração, pelo marido e pela mulher, sempre no interesse do casal e dos filhos. 

Art. 1.723. É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família.

Não custa lembrar que nas próximas eleições os responsáveis pela inclusão dessa ideologia em nosso sistema educacional serão lembrados nas urnas.

[Seu nome]

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