CEPAL: Escute a América Latina real!

A CEPAL censura quem pensa diferente

 

CEPAL: Escute a América Latina real!

050.000
  41.182
 
41.182 pessoas já assinaram esta petição. Ajude-nos a conseguir 50.000 assinaturas.

CEPAL: Escute a América Latina real!

De 6 a 9 de outubro será realizada na Cidade do México a revisão do chamado Consenso de Montevidéu da Comissão Econômica para América Latina e Caribe, CEPAL, organismo dependente das Nações Unidas.

O chamado Consenso de Montevidéu foi o documento aprovado na reunião realizada entre 12 e 15 de agosto de 2013. O objetivo da reunião no México é avaliar os avanços e reprogramar objetivos.

O documento de trabalho censura o que – segundo seus autores – são retrocessos, “sintomas de estancamento e retrocesso na região”. Citamos textualmente:

  • Ressurgimento de discursos conservadores: oposição ao aborto, exaltação da família
  • A ideologia da família como valor fez com que ressurgisse a aliança entre os setores mais conservadores
  • Ressurge com êxito a oposição ao aborto
  • Os direitos sexuais e reprodutivos continuam como tema pendente, limitando fortemente a autonomia da mulher.

Na opinião dos autores do documento, as “restrições aos direitos reprodutivos dos adolescentes” supõem uma “imposição da maternidade não desejada”.

O relatório também lamenta que no Chile, em El Salvador, Honduras, Nicarágua e República Dominicana “o aborto não tenha sido despenalizado em nenhuma de suas circunstâncias”.

Entre os relatórios nacionais, a Bolívia queixa-se dos obstáculos que encontra para implantar seu plano integral de prevenção da gravidez na adolescência, nos seguintes termos:

“A Igreja Católica limita as possibilidades de exercer os direitos sexuais e reprodutivos”.

Por sua vez, o Chile afirma que seu primeiro desafio é a despenalização do aborto:

“O regime legal proibitivo implica a negação dos Direitos Humanos das Mulheres”.

Entre o que consideram êxitos e avanços, destacam a lei de identidade de gênero na Argentina e o casamento entre personas do mesmo sexo na Argentina, Uruguai, Colômbia e Brasil.

Também parabenizam o Uruguai pela legalização do aborto em 2012 e a Colômbia pela sentença T.-841 da Corte, que permite o aborto no caso de supostos “danos à saúde mental” da mãe.

Entre os objetivos para a agenda do futuro, encontra-se o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva (eufemismo para o aborto) e aos métodos contraceptivos.

Além disso, o feminismo deve avançar, “ampliando a democracia dentro da família, promovendo políticas de direitos para todos os seus membros, incluindo a política de liberdade sexual “.

Chegam inclusive a assegurar que, para o desenvolvimento, a família não é necessária, mas é fundamental a perspectiva de gênero:

O desenvolvimento econômico e democrático, a estabilidade política, a geração de empregos e a promulgação de leis são condições para o desenvolvimento desde que esses processos incorporem a perpectiva de gênero”.

Sem dúvida, trata-se de uma agenda com um marcado viés ideológico, que, em vez de reconhecer o direito à vida e o apoio social às mulheres com gestações com complicações, defendem o descarte da vida ‘que incomoda’.

Em vez de defender a família como célula básica da sociedade e fator de estabilidade e desenvolvimento, consideram-na como uma “ideologia” e uma ameaça.

Obviamente não é isso o que pensa a sociedade latino-americana nem seus jovens. Mostre você também sua oposição!

Esta campanha é apoiada por Alianza Internacional por la Juventud, Asociación de Médicos por los Derechos Humanos en Guatemala, Argentinos Alerta, Sumando Vida, ALAFA, Dilo Bien Latam, Coalición Puetorriqueña por Amor a la Niñez, Save the Family, Coalición Nacional por la Vida y la Familia (México), Profesionales por la Ética AC (México), Unidos por la Vida Colombia, Fundación Vida y Familia (Panamá) y Alianza Panameña por la Vida y la Familia., Corporación Maternitas Chile, Generación Provida Paraguay, Movimiento Blanco (México), Population Research Institute, Fundación Si a la Vida de El Salvador, Red Familia Colombia, Fundación Familia y Futuro (Ecuador), Salvemos la Familia (Paraguay), Grupo de Acción Cristiana (Rep. Dominicana), Alerta Perto Rico, Enlace AC (Guatemala),  Fundación Rebeca Rivera Tull, Red por la Vida y la Familia (Chile), Jóvenes por la Paz (México), Red Interamericana de Derechos Humanos, Conciencia y Participación (México), La Familia Importa, Consejo de Laicos de Bolivia, Sí a la Vida Guatemala, Foro Nacional de la Familia (Colombia), Cristianos por la Vida (Chile), Foro de Diálogo Civil (Paraguay), Amigos del Maule por la Vida (Chile), Cruzada Nacional por la Esperanza (México)

Para mais informações:

Relatório regional sobre o exame e avaliação da Declaração e Plataforma de Ação de Pequim e do documento final do 23o período extraordinário de sessões da Assembleia Geral (2000) em países da América Latina e Caribe

Guía operacional para la implementación del consenso de Montevideo en Población y Desarrollo

Segunda reunión de la CEPAL en Población y Desarrollo

Informe regional Beijing en Latam

+ Letter to:

Assine esta petição agora!

 
Please enter your first name
Please enter your last name
Please enter your email
Please enter your country
Please enter your zip code
Por favor, escolha uma opção:
Procesamos seus dados pessoais de acordo com nossas Política de privacidade e nossos Termos de uso.Ao assinar você aceita os termos de uso da CitizenGO e sua política de privacidade, e aceita receber mensagens de e-mail sobre nossas campanhas. Você pode cancelar seu cadastro na lista a qualquer momento.

Sua agenda ideológica não me representa!

Revisei o chamado consenso de Montevidéu e sua agenda para a próxima reunião que ocorrerá entre os dias 6 e 9 de outubro, no México-DF.

Observo que, em lugar de defenderem o direito à vida e promoverem políticas sociais de apoio à maternidade, defendem o direito ao aborto, que, como sabem, não é reconhecido por nenhum tratado internacional.

Observo também que, em lugar de defenderem e promoverem a família como célula básica da sociedade e fator de desenvolvimento e estabilidade, consideram-na uma “ideologia conservadora”.

Em vez de promoverem leis e políticas com perspectiva de família, promovem leis e políticas com perspectiva de gênero.

Se vocês querem realmente se comprometer com o futuro da região, seu desenvolvimento econômico, social e democrático, necessariamente deverão fazê-lo com as famílias, sem descartar ninguém.

Se sua agenda insiste em manter posições ideológicas estreitas, quero que saibam que não me representam.   

Atenciosamente,
[Seu nome]

CEPAL: Escute a América Latina real!

Assine esta petição agora!

050.000
  41.182
 
41.182 pessoas já assinaram esta petição. Ajude-nos a conseguir 50.000 assinaturas.