Contraceptivo patrocinado por Fundação Gates aumenta em 8 vezes o risco de contrair AIDS

Petição para US Food and Drug Administration (FDA)

 

Contraceptivo patrocinado por Fundação Gates aumenta em 8 vezes o risco de contrair AIDS

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Contraceptivo patrocinado por Fundação Gates aumenta em 8 vezes o risco de contrair AIDS

Líderes e advogados da comunidade negra estão criticando a fundação de Bill e Melinda Gates por financiar uma iniciativa que impulsiona o uso do contraceptivo conhecido como Depo-Provera por mulheres negras nas regiões mais pobres da África. "Se elas soubessem o risco de contrair AIDS [por causa desse medicamento], elas não o utilizariam”, dizem os líderes. Essa é uma clara tentativa de fazer experimentos baseados na raça e isso está errado. Ajude-nos a denunciar Pfizer para a Food and Drug Administration (FDA) – órgão governamental dos Estados Unidos responsável pelo controle dos alimentos, suplementos alimentares, cosméticos, etc.

Especialistas acreditam que essa iniciativa prejudica as mulheres, já que estudos mostram que elas sofreriam efeitos colaterais por injetar a remédio por conta própria. Se não for usado adequadamente, esse medicamento pode aumentar em até 8 vezes o risco de contrair AIDS, de acordo com o periódico The Lancet.

A intenção da Fundação Gates é distribuir o medicamento a menores, ainda que a Associação Médica Escocesa não recomende que ele seja utilizado por menores. Apesar disso, ele ainda continua sendo distribuído sem qualquer controle e sem informações suficientes e, portanto, sem verdadeiro consentimento da parte das mulheres que o utilizam.

"Nenhuma africana utilizaria esse medicamento, se tivesse pleno conhecimento dos riscos", afirma Kwame Fosu, Diretor do Projeto Rebeca para os Direitos Humanos. "O uso de Depo-Provera é desencorajado nos países em que as mulheres correm risco de contrair AIDS", ele acrescenta. Recentemente, o Projeto Rebeca denunciou experimentos em seres humanos com critérios raciais realizados por programas norte-americanos e europeus. O informe denuncia o horrível histórico do laboratório Pfizer no que diz respeito à contracepção: "O contraceptivo Norplant foi removido do mercado norte-americano e está sendo distribuído na África por meio de um acordo com o laboratório Bayer".

Vergonhosamente, a maior distribuidora do Depo-Provera é a IPPF (Fundação Internacional de Planejamento Familiar), também conhecida como multinacional da morte. A IPPF se recusa a reconhecer que há efeitos colaterais no uso de Depo-Provera. Estudos concluíram que o uso desse medicamento aumenta o risco de câncer de mama, reduz a resistência do corpo a infecções, pode resultar em infertilidade permanente e provoca defeitos de nascimento ao bebê, se a usuária engravida.       

A Fundação Gates, a Agência Norte-americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID), o Departamento Britânico para o Desenolvimento (DFID) e o Fundo da União Europeia para as Populações investiram milhões de dólares para desenvolver uma versão diferente do Depo-Provera, chamada Sayana Press. O programa piloto está sendo implementado na África Subssaariana e no Sul da Ásia, com o objetivo de atingir 120 milhões de mulheres e moças. De acordo com o Wall Street Journal Market Watch, Pfizer espera faturar 36 milhões de dólares anuais apenas com esse contraceptivo.  

Ajude-nos a denunciar o laboratório Pfizer ao FDA (Food and Drug Administration). 

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O contraceptivo de Pfizer é muito perigoso!

Estimados senhores, 

Tomei conhecimento das atividades de Pfizer para promover o contraceptivo Sayana Press em países subdesenvolvidos. 

Estudos científicos revelam que o Sayana Press multiplica por 8 o risco de contrar AIDS, aumenta o risco de câncer de mama, reduz a resistência a infecções e pode provocar esterlidade. Apesar disso, o medicamento já está sendo distribuído como projeto piloto na África Subsaariana e no Sul da Ásia. Trata-se de um experimento humano com viés racial inadmissível. 

Por tudo isso, exijo que seja proibida a utilização desse contraceptivo e que seu financiamento seja desencorajado fora das fronteiras norte-americanas. 

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