A ONU quer vincular a implantação do aborto à ajuda para o desenvolvimento!

Petição para Thoraya Ahmed Obaid

 

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A ONU quer vincular a implantação do aborto à ajuda para o desenvolvimento!

informe do Fundo de População das Nações Unidas é demolidor. Marca a agenda que deverão seguir os Estados-membros no que diz respeito à gravidez de adolescentes. A conclusão? Mais contraceptivos, mais abortos, mais negação dos direitos dos pais e rechaço do matrimônio. O texto assegura que “há uma falta de investimento em saúde sexual e reprodutiva” (está sendo patrocinado pela indústria de contraceptivos?).

informe do Fundo de População das Nações Unidas assegura que existe uma “lacuna entre as atitudes adultas e as realidades adolescentes”. Com base nessa premissa, renuncia à abstinência e prega a anticoncepção, o aborto e a pílula do dia seguinte. “Ou abstinência ou programas integrais.” Obviamente, o texto opta pelos autoqualificados “programas integrais”, que consistem em:

  • “Contraceptivos de baixo custo ou gratuitos”;
  • Assessoria em saúde sexual e reprodutiva “respeitando a confidencialidade”, isto é, negando os direitos dos pais;
  • “Eliminação das barreiras legais e políticas” ao aborto, isto é, sua despenalização ou legalização;
  • “Condicionar as transferências monetárias aos programas de saúde sexual e reprodutiva”, isto é, “condicionar a ajuda ao desenvolvimento à prática de abortos”.

Tudo isso está recheado de estatísticas cujas fontes são a própria ONU ou a Fundação Internacional de Planejamento Familiar (IPPF, em sua sigla norte-americana, também conhecida como multinacional da morte, por sustentar-se com a realização de abortos). E assim afirma-se que anualmente são realizados 3,2 milhões de abortos de risco, e que, como consequência de abortos insalubres, a cada ano morrem 36.000 mulheres somente na África subsaariana.

Por outro lado, a experiência e a ciência já nos demonstraram que quanto maior é a facilidade no acesso aos contraceptivos, maior é a taxa de gravidezes inesperadas, o contágio de doenças sexualmente transmissíveis e a realização de abortosA proposta da ONU é uma irresponsabilidade escandalosa.

Além disso, sugere-se que a taxa de mortalidade infantil é tão alta que não vale a pena divulgá-la. Segundo o informe, as mortes de recém-nascidos aumentam por volta de 50% no caso de adolescentes. Número redondo! E outro número: 1 milhão de crianças de mães adolescentes não chegam a celebrar seu primeiro aniversário.

Mais mentiras. Obviamente, o texto também recomenda a contracepção de emergência. Segundo o informe, esta “interrompe a ovulação e reduz a probabilidade de gravidez em 90%. Não pode prevenir a implantação de um óvulo fecundado, causar dano num embrião em desenvolvimento, nem interromper uma gravidez”. Falso. A chamada pílula do dia seguinte tem efeitos anti-ovulatórios e anti-implantatórios, isto é, pode ser abortivaAborto químico, é verdade, mas não deixa de ser aborto.

E como se não bastasse, o informe ainda denigre o matrimônio. “Os pais podem valorizar a educação dos seus filhos ou inculcar nas meninas a crença de que seu único destino é o matrimônio e a maternidade”. E mais: “Podem fomentar sua autonomia ou sucumbir às pressões econômicas e comunitárias e forçá-las ao matrimônio e a uma vida de dependência”. Alternativas enganosas e manipuladoras. Por acaso um pai não pode educar sua filha para que valorize a educação e ao mesmo tempo valorize a formação de sua própria família?

Em resumo: trata-se de uma agenda explicitamente abortista e anti-família, mas com o propósito claro de se transformar em políticas públicas para os Estados.

Escreva à Diretora Executiva do Fundo de População das Nações Unidas, a Sra. Thoraya Ahmed Obaid, e peça que ela modifique o informe (que está repleto de falsidades científicas, estatísticas mentirosas e ideologia anti-vida e anti-família) e proponha políticas públicas que tenham como eixo fundamental a família e que protejam a vida desde a concepção.  

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Petição para Thoraya Ahmed Obaid

Estimada Sra. Thoraya Ahmed Obaid, Diretora Executiva do Fundo de População das Nações Unidas,

Tomei conhecimento do informe do UNFPA sobre a gravidez na adolescência. O texto propõe como solução o acesso gratuito (ou a baixo custo) a contraceptivos, à pílula do dia seguinte e a legalização do aborto. Além disso, chega a propor que auxílios financeiros a países em desenvolvimento sejam feitos sob condição de que sejam aplicados os planos da eufemística “saúde sexual e reprodutiva”. Trata-se de uma ingerência inaceitável.

Como não se trata de um simples informe, mas de algo que pretende ser uma agenda de políticas públicas, manifesto aqui minha preocupação. Por que ainda insistem em terapias cuja ineficácia já foi demonstrada? Maior facilidade de acesso aos contraceptivos gera um maior número de gravidezes inesperadas, uma maior taxa de contágio de doenças sexualmente transmissíveis e uma maior taxa de abortos.

Por isso, peço que a Sra. modifique o informe e que defenda a vida a partir da concepção, a verdadeira responsabilidade nas relações humanas e a família como célula básica da sociedade. 

[Seu nome]

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