EM DEFESA DAS CRIANÇAS DO BRASIL

Devemos preservar os nossos filhos da nefasta ideologia de gênero

 

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Em 2014, foi aprovado o Plano Nacional de Educação (PNE), que tem como objetivo estabelecer políticas educacionais e metas para a educação no Brasil nos próximos anos. O projeto inicial continha a proposta de adotar a chamada “perspectiva de gênero” (que deve ser chamada mais propriamente de ideologia de gênero) como um dos principais eixos na elaboração de políticas educacionais no Brasil.
 
A sociedade se mobilizou e mostrou aos deputados e senadores que se tratava de uma armadilha, pois, ao contrário do que o governo dizia, a inserção, no PNE, de uma terminologia que se refere à ideologia de gênero não tinha como objetivo “combater o preconceito”. A estratégia fazia parte de um projeto que está sendo replicado em escala global e que tem como objetivo demolir de vez o que ainda resta da estrutura familiar natural.
 
A ideologia de gênero é uma das principais ferramentas para atingir esse objetivo, já que defende a ideia de que os seres humanos não possuem uma identidade fixa. No campo da sexualidade, especificamente, essa identidade deve ser abolida por meio da realização de performances que possam desconstruir a noção de uma sexualidade determinada por critérios biológicos.
 
Segundo os defensores da ideologia de gênero, a melhor maneira de atingir esse objetivo é ensinar as crianças, desde a mais tenra idade, que ninguém nasce homem ou mulher e que ao longo da vida cada um poderá assumir diferentes papéis sexuais de acordo com as circunstâncias e com as predileções do momento.
 
Eram essas as ideias que o governo federal queria incluir no PNE por meio da adoção da “perspectiva de gênero”.
 
Insatisfeito com a derrota, o governo adotou em 2015 uma estratégia mais sutil: implementar a proposta revolucionária por meio dos Planos Municipais de Educação. Pensou-se que, em razão do tamanho do Brasil, seria praticamente impossível impedir que ideologia gênero fosse incluída nos PMEs dos mais de 5.000 municípios brasileiros.
 
Mais uma vez a sociedade reagiu. Por meio da pressão de pais de família, associações, estudantes e professores em todo o país, foi possível fazer com que a imensa maioria dos planos municipais não aceitasse a adoção da ideologia de gênero como critério educacional.
 
Passados alguns meses desta verdadeira guerra travada entre os pais e os ideólogos pelo controle da educação de toda uma geração, eis que os mesmos pais se deparam agora com um flagrante desrespeito por parte do poder público, que através sobretudo de materiais didáticos, diretores de escola e professores militantes em sala de aula, tem insistido em ignorar a vontade de toda uma Nação e inserir a ideologia de gênero nas práticas educacionais presentes em nossas escolas.
 
Os pais, no entanto, não se deram por vencidos e resolveram contestar o posicionamento – muitas vezes implícito, por uma questão estratégica – dos envolvidos com as decisões tomadas pelas Secretarias de Educação e com a atuação de professores em sala de aula que contrariam as diretrizes dos planos votados. Para ilustrar este movimento, gostaríamos de tornar público o caso ocorrido em Araraquara, cidade do interior de São Paulo. Após saber que a professora de seu filho de 5 anos de idade trabalharia temas ligados à diversidade sexual em sala de aula (tal informação foi repassada aos pais durante uma reunião escolar), o pai entrou em contato com a Rede Nacional de Direito e Defesa da Família e pediu para que acompanhássemos tal situação. Após este primeiro contato foi marcada uma reunião entre os responsáveis públicos, os pais e nossos advogados e especialistas em Educação, para que pudéssemos esclarecer o ocorrido. Depois da reunião, nos foi assegurado que a temática de diversidade sexual, ideologia de gênero e orientação sexual – temas, inclusive, que não constam do Plano Municipal de Educação da cidade – não farão parte das atividades educacionais desenvolvidas nas escolas.
 
O que relatamos acima é somente um de inúmeros casos que tem chegado semanalmente a nós através de denúncias feitas por pais do Brasil inteiro. Diante desta realidade, sentimos a necessidade de propor um instrumento jurídico mais eficaz que garanta, de uma vez por todas, que a ideologia de gênero não será inserida na educação de nossos filhos. Para tanto gostaríamos de formular um projeto de lei que tenha como objetivo banir, de uma vez por todas, a abordagem a partir da perspectiva de gênero na Educação.
 
Para que nossa iniciativa gere os frutos esperados, precisamos do apoio de todos os pais que se preocupam com a educação de seus filhos e que entendem que é seu direito enquanto pais e cidadãos exigir dos poderes públicos que respeitem seus valores na área educacional. Pedimos, portanto, que estejam atentos aos nossos próximos textos e campanhas, que terão como objeto mais esta empreitada para fortalecer as famílias brasileiras.
Esta petição foi criada por um cidadão ou uma organização independente de CitizenGO. Por essa razão, CitizenGO não é responsável por seu conteúdo.
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Temos de proteger as nossas crianças!

À Câmara dos Deputados,

Diante dos graves casos de desrespeito aos direitos dos pais e das crianças, nós, cidadãos brasileiros e pais de família preocupados com a educação dos nossos filhos, pedimos por meio desta mensagem que apoiem as iniciativas, ora apresentadas no Congresso Federal, que têm por objetivo proibir de uma vez por todas a abordagem a partir da perspectiva de gênero na educação.

A sociedade brasileira rechaçou duas vezes a implementação da ideologia de gênero na educação (em 2014, durante a votação do PNE, e em 2015, durante as votações dos planos municipais de educação em todo o país).

Como permanece a insistência em atropelar a prerrogativa dos pais no que diz respeito à educação dos filhos, não vemos outra alternativa senão a implementação de um instrumento legal que possa coibir aqueles que não aceitaram a clara mensagem que a sociedade brasileira disse aos adeptos da ideologia de gênero: um retumbante “não!”  a essa nefasta ideologia!

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