DIGA NÃO À EUTANÁSIA EM PORTUGAL

Petição dirigida à presidência da república e da assembleia da república

 

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A eutanásia volta a ser votada na Assembleia da República, no dia 20 de Fevereiro.

Ainda não se cumpriram dois anos desde a última votação, na qual todas as propostas foram rejeitadas.

O que mudou desde Maio de 2018? Nada. Mantém-se a obstinação em fazer cumprir uma agenda que, em nome da liberdade individual, desumaniza cada vez mais a sociedade.

Portugal é um país com graves problemas na prestação de cuidados de saúde. As listas de espera por consultas e cirurgias são extensas e o tempo de espera é absurdamente longo. Os profissionais de saúde queixam-se diariamente da falta de meios e de condições para fazerem face aos problemas que enfrentam. E, inevitavelmente, a rede de cuidados continuados e paliativos é muito reduzida.

Propor a eutanásia nestas condições é criar um expediente para aliviar a pressão sobre o sistema de saúde, em nome da “misericórdia”.

Não cabe aos políticos legislar sobre a inviolabilidade da vida humana. A sua tarefa é procurar proteger a vida, desde a conceção a morte natural.

É uma tremenda irresponsabilidade política ignorar “a rampa deslizante” a que a eutanásia conduz. As últimas notícias que chegam da Holanda, onde já se discute um comprimido para quem esteja “farto de viver” provam que a eutanásia gera uma indiferença crescente perante o sofrimento alheio. Cada vez mais pessoas, incluindo crianças, são vistas como “dispensáveis”, por causa de doenças físicas ou psiquiátricas – ou simplesmente devido a solidão. São aquelas de quem a sociedade desistiu.

Assine esta petição! Portugal deve cuidar e não matar!

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A eutanásia é uma falsa solução

Exmo. Senhor Presidente da República,

Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República,

 

A Assembleia da República vai votar, novamente, a eutanásia.

Não reconhecemos ao parlamento português, ou a qualquer outro parlamento no mundo, legitimidade para decidir sobre esta questão.

Cabe aos políticos defender a vida humana, desde a conceção até à morte natural. Não é sua função legitimar a morte dos seus cidadãos, antes e depois do nascimento. Pelo contrário, é seu dever proteger a inviolabilidade da vida humana.

Portugal precisa de melhorar bastante a rede de cuidados paliativos e continuados. Perante situações de grave sofrimento físico e psicológico, o objetivo deve ser eliminar a dor e apoiar quem sofre e as suas famílias. Descurando isto, a eutanásia, apresentada como misericordiosa, não passa de um expediente para eliminar o fardo que são os doentes.

Num país onde a prestação de cuidados de saúde sofre dos problemas que se conhecem, vai ser oferecida aos cidadãos a hipótese de morrerem? Na prática, o que está a ser dito é:“Matem-se! Não temos dinheiro, nem meios, nem vontade de cuidar de quem está a sofrer!”.

Existe ainda uma “rampa deslizante”, que tem vindo a banalizar a eutanásia, onde quer que é adotada. As últimas notícias sobre a possível venda, na Holanda, de um comprimido a quem tenha mais de 70 anos e esteja “farto de viver” demonstram que a eutanásia abriu a porta da indiferença e da barbárie.

A dor precisa de ser minimizada. A eutanásia acaba com o doente e não com o sofrimento!

Atenciosamente,
[Seu nome]

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