NÃO À LEGALIZAÇÃO DA JOGATINA NO BRASIL

A legalização da jogatina afetará negativamente a vida das famílias e contribuirá para o fortalecimento do crime organizado

 

NÃO À LEGALIZAÇÃO DA JOGATINA NO BRASIL

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Em meio a tantas reformas urgentes e necessárias (reforma política, tributária, previdenciária, etc.), o congresso e o senado se apressam para aprovar a legalização irrestrita da jogatina, sob a desculpa de que a legalização da atividade geraria mais receita para o Estado e ajudaria no combate ao jogo ilegal e até mesmo ao crime organizado.

Muitos dos que são favoráveis à liberação da jogatina argumentam somente a partir de uma perspectiva individualista, sem pensar nas consequências da legalização para o conjunto da sociedade.

Do ponto de vista humano, a liberação da jogatina traz efeitos catastróficos para indivíduos e famílias: vício, falência e divórcio estão entre alguma das consequências mais comuns. Além disso, segundo a psicóloga Salua Omais, “os próprios setores ligados à saúde pública não possuem profissionais capacitados para lidar com esse público [os viciados em jogos de azar], sendo raríssimos os centros especializados no atendimento de jogadores patológicos no país, como, por exemplo, a AMJO”.

Os defensores do projeto argumentam que a legalização geraria um aumento de receita para o Estado (falam em R$ 15 bilhões), mas desconsideram o fato de que “quando os bingos estiveram na legalidade durante a vigência da Lei Pelé, entre 1998 e 2002, os valores de fato não chegaram sequer a 1% dessa cifra”, segundo nota técnica da PGR a respeito do projeto de legalização. Podemos acrescentar também o aumento de gastos para a montagem de um aparato de fiscalização que consiga abarcar todo o território nacional.

Outro ponto falacioso da proposta é a falsa noção de que a legalização de um crime inibe (ou até mesmo extingue) a sua prática ilegal. O que acontece na realidade é o contrário: a legalização não favorece em nada o fim da prática ilegal e ainda ajuda a formalizar os criminosos que já operavam clandestinamente, sendo a primeira consequência disso o aumento de esquemas de lavagem de dinheiro.

O jogo em Las Vegas, EUA, por exemplo, é comandado pelo crime organizado, que também é alimentado pelo tráfico de drogas e pela prostituição.

Diante de tantas consequências nefastas para o conjunto da sociedade, os argumentos individualistas a favor da jogatina (“tenho direito de jogar”, “o Estado não pode interferir nisso”, etc.) caem por terra, pois um falso bem individual não pode se sobrepor ao bem comum. Ademais, toda mudança legislativa radical deve ser avaliada e estudada com muita cautela e profundidade, não com a celeridade que os nossos políticos estão tratando o tema (não é estranho que tantos políticos tenham interesse nesse assunto?).

Finalmente, a objeção que apresenta a legalidade da loteria como fator que legitimaria a legalização de outras modalidades de jogo de azar não se sustenta porque o que está em jogo aqui não é a discussão sobre a legitimidade da loteria, mas a manutenção da atual legislação, ou seja, a inibição do surgimento de um sem número de outros problemas, que, somados aos que já existem em nosso país, agravariam ainda mais a crise social, política e econômica em que nos encontramos.

Portanto, se você compreende a gravidade do assunto, que afetaria direta e indiretamente os pilares da vida e da família, assine a petição para que os senadores e deputados não aceitem a legalização dos jogos de azar. 

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A legalização da jogatina será um verdadeiro retrocesso!

Senadores e deputados,

Causa estranheza em qualquer cidadão atento a celeridade com que vem sendo tratada a proposta de legalização da jogatina. Um tema como esse deveria ser discutido de forma mais profunda e cautelosa.

Além disso, os argumentos utilizados pelos políticos favoráveis à legalização são frágeis e falaciosos.

Do ponto de vista humano, a liberação da jogatina traz efeitos catastróficos para indivíduos e famílias: vício, falência e divórcio estão entre os efeitos mais comuns. Além disso, segundo a psicóloga Salua Omais, “os próprios setores ligados à saúde pública não possuem profissionais capacitados para lidar com esse público [os viciados em jogos de azar], sendo raríssimos os centros especializados no atendimento de jogadores patológicos no país, como, por exemplo, a AMJO”.

Os defensores do projeto argumentam que a legalização geraria um aumento de receita para o Estado (falam em R$ 15 bilhões), mas desconsideram o fato de que “quando os bingos estiveram na legalidade durante a vigência da Lei Pelé, entre 1998 e 2002, os valores de fato não chegaram sequer a 1% dessa cifra”, segundo nota técnica da PGR a respeito do projeto de legalização. Podemos acrescentar também o aumento de gastos para a montagem de um aparato de fiscalização que consiga abarcar todo o território nacional.

Outro ponto falacioso da proposta é a falsa noção de que a legalização de um crime inibe (ou até mesmo extingue) a sua prática ilegal. O que acontece na realidade é o contrário: a legalização não favorece em nada o fim da prática ilegal e ainda ajuda a formalizar os criminosos que já operavam clandestinamente, sendo a primeira consequência disso o aumento de esquemas de lavagem de dinheiro.

O jogo em Las Vegas, EUA, por exemplo, é comandado pelo crime organizado, que também é alimentado pelo tráfico de drogas e pela prostituição.

Os maiores beneficiários da jogatina no Brasil não seriam os cidadãos nem o próprio Estado, mas os criminosos, que veriam a sua atividade ilegal ser absorvida por uma carapaça de legalidade.

Os senhores sabem disso e deveriam pensar realmente no bem comum, não em interesses supostamente legítimos que beneficiariam apenas uma minoria de pessoas que não contribuirão para o desenvolvimento do nosso país.

[Seu nome]

A legalização da jogatina será um verdadeiro retrocesso!

Senadores e deputados,

Causa estranheza em qualquer cidadão atento a celeridade com que vem sendo tratada a proposta de legalização da jogatina. Um tema como esse deveria ser discutido de forma mais profunda e cautelosa.

Além disso, os argumentos utilizados pelos políticos favoráveis à legalização são frágeis e falaciosos.

Do ponto de vista humano, a liberação da jogatina traz efeitos catastróficos para indivíduos e famílias: vício, falência e divórcio estão entre os efeitos mais comuns. Além disso, segundo a psicóloga Salua Omais, “os próprios setores ligados à saúde pública não possuem profissionais capacitados para lidar com esse público [os viciados em jogos de azar], sendo raríssimos os centros especializados no atendimento de jogadores patológicos no país, como, por exemplo, a AMJO”.

Os defensores do projeto argumentam que a legalização geraria um aumento de receita para o Estado (falam em R$ 15 bilhões), mas desconsideram o fato de que “quando os bingos estiveram na legalidade durante a vigência da Lei Pelé, entre 1998 e 2002, os valores de fato não chegaram sequer a 1% dessa cifra”, segundo nota técnica da PGR a respeito do projeto de legalização. Podemos acrescentar também o aumento de gastos para a montagem de um aparato de fiscalização que consiga abarcar todo o território nacional.

Outro ponto falacioso da proposta é a falsa noção de que a legalização de um crime inibe (ou até mesmo extingue) a sua prática ilegal. O que acontece na realidade é o contrário: a legalização não favorece em nada o fim da prática ilegal e ainda ajuda a formalizar os criminosos que já operavam clandestinamente, sendo a primeira consequência disso o aumento de esquemas de lavagem de dinheiro.

O jogo em Las Vegas, EUA, por exemplo, é comandado pelo crime organizado, que também é alimentado pelo tráfico de drogas e pela prostituição.

Os maiores beneficiários da jogatina no Brasil não seriam os cidadãos nem o próprio Estado, mas os criminosos, que veriam a sua atividade ilegal ser absorvida por uma carapaça de legalidade.

Os senhores sabem disso e deveriam pensar realmente no bem comum, não em interesses supostamente legítimos que beneficiariam apenas uma minoria de pessoas que não contribuirão para o desenvolvimento do nosso país.

[Seu nome]