QUE A PERSEGUIÇÃO AOS CRISTÃOS SEJA DECLARADA COMO GENOCÍDIO PELA ONU

A perseguição aos cristãos e outras minorias religiosas deve ser qualificada como genocídio

 

QUE A PERSEGUIÇÃO AOS CRISTÃOS SEJA DECLARADA COMO GENOCÍDIO PELA ONU

0200.000
  190.368
 
190.368 pessoas já assinaram esta petição. Ajude-nos a conseguir 200.000 assinaturas.

QUE A PERSEGUIÇÃO AOS CRISTÃOS SEJA DECLARADA COMO GENOCÍDIO PELA ONU

 

Peça às Nações Unidas que garanta a liberdade religiosa, reconheça como tal o genocídio contra os cristãos e outras minorias religiosas e ative todos os seus mecanismos de proteção.

Os cristãos que vivem nas regiões controladas pelo Estado Islâmico estão sendo assassinados, decapitados, crucificados, espancados, extorquidos, sequestrados e torturados.

Eles têm sido vítimas de execuções sumárias. São tratados como escravos. Os meninos são recrutados à força e as meninas são submetidas à violência sexual e ao matrimônio forçado.

Igrejas e locais de culto têm sido alvos de vandalismo. Muitos povoados foram devastados. Seus lares foram bombardeados.

Somente nos últimos anos estima-se que 5.000 iazidis foram assassinados pelo Estado Islâmico, enquanto muitos outros foram torturados ou convertidos à força.

Em agosto de 2014, mais de 150.000 cristãos fugiram do avanço do Estado Islâmico em Mosul, Qaraqosh e de outros locais perto de Nínive.

Estes são apenas alguns exemplos do genocídio perpetrado pelo Estado Islâmico. Por isso lhe pedimos que assine um manifesto no qual pedimos à ONU que reconheça essas agressões como atos de genocídio.

A declaração de genocídio comprometeria a comunidade internacional a tomar medidas imediatas para preservar a liberdade religiosa no Oriente Médio e em todo o mundo.

As assinaturas deste manifesto serão entregues ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon no dia 29 de abril (quinta-feira).

Para mais informações:

www.wearen.org

Leia o programa do congresso internacional #WeAreN2016, que será realizado entre os dias 28 e 30 de abril na sede da ONU em Nova York.

Informe jurídico dos Cavaleiros Colombo e da ONG Em Defesa dos Cristãos, pedindo a declaração de genocídio.

 

MANIFESTO #WeAreN2016

Para deter o genocídio contra os cristãos e outras minorias religiosas e promover a liberdade religiosa em todo o mundo, em referência à (ao):

  • Declaração Universal de Direitos Humanos de 1948.
  • Convenção das Nações Unidas para a Prevenção e a Sanção do Crime de Genocídio de 9 de dezembro de 1948.
  • Declaração da ONU sobre a eliminação de todas as formas de intolerância e discriminação com base na religião, de 1981.
  • A Convenção da ONU contra a Tortura e Outros Tratos Inumanos ou Degradantes, de 1984.
  • Resolução 1325 do Conselho de Segurança da ONU (2000).
  • Estatuto de Roma, particularmente aos artigos 5 a 8 do documento (2002).
  • Marco da análise publicado pela Gabinete do Assessor Especial sobre a Prevenção do Genocídio (2009).
  • A resolução do Conselho de Segurança da ONU 1888 (2009) sobre a violência sexual em situações de conflito armado.
  • O Plano de Ação de Rabat sobre a proibição da apologia do ódio nacional, racial ou religioso que constitua incitação à discriminação, à hostilidade ou à violência. Conclusões e recomendações feitas pelas quatro oficinas regionais de especialistas pelo ACNUDH, em 2011, e adotadas pelos especialistas em Rabat, Marrocos, no dia 5 de outubro de 2012.
  • “Declaração de compromisso para eliminar a violência sexual nos conflitos”, respaldada por 122 estados membros (2012).
  • Declaração do Alto Comissionado da ONU os Direitos Humanos, Navi Pillay, do dia 25 de agosto de 2014.
  • Declaração de 12 de agosto, do Assessor Especial do secretário-geral das Nações Unidas, sobre a Prevenção do Genocídio e do Assessor Especial do secretário-geral das Nações Unidas sobre a responsabilidade de cuidar da situação no Iraque.
  • Resolução S-22/1, aprovada pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas sobre “A situação dos direitos humanos no Iraque à luz dos abusos cometidos pelo chamado Estado Islâmico e os grupos associados” (3 de setembro de 2014).
  • Protocolo Internacional para a Documentação e Investigação sobre a violência sexual nos conflitos (2014).
  • Resolução do Conselho de Segurança da ONU 2254 (2015).
  • Declaração conjunta sobre “Apoio aos Direitos Humanos dos cristãos e outras comunidades, particularmente no Oriente Médio”, na 28ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos (Genebra, 13 de março de 2015).
  • Informe da Oficina do Alto Comissionado das Nações Unidas para os Direitos Humanos no Iraque à luz dos abusos cometidos pelo chamado Estado Islâmico e grupos associados, de 27 de março de 2015, particularmente o parágrafo 16, sobre “Violações perpetradas pelo Estado Islâmico – Os ataques contra os grupos religiosos e étnicos”.
  • Reunião do Conselho de Segurança da ONU em Nova York do dia 27 de março de 2015 sobre “As vítimas de ataques e abusos por razões étnicas ou religiosas no Oriente Médio”.
  • Resolução do Parlamento Europeu do dia 30 de abril de 2015 sobre a perseguição aos cristãos em todo o mundo e sua relação com a matança de estudantes no Quênia pelo grupo terrorista Al-Shabaab (2015/2661).
  • Informe do secretário-geral da ONU sobre a violência sexual nos conflitos (23 de março de 2015).
  • Informe da Comissão Internacional Independente de Investigação sobre a República Árabe Síria, apresentado no Conselho de Direitos Humanos, no dia 13 de agosto de 2015, em particular nos parágrafos 165 a 173.
  • Conferência Internacional sobre as Vítimas da violência e religiosa no Oriente Médio.

Considerando-se que:

  • A Declaração Universal de Direitos Humanos (Art. 18) estabelece que toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião. Este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença, e a liberdade de manifestar a própria religião ou crença no ensino, na prática, no culto e na observância.
  • São mais de 150.000 o número de cristãos que morrem a cada ano.
  • Os cristãos representam mais de 80% das minorias perseguidas.
  • Somente nos últimos anos cerca de 5.000 iazidis foram assassinados pelo Estado Islâmico, enquanto muitos outros foram torturados ou convertidos à força.
  • Em agosto de 2014, mais de 150.000 cristãos fugiram do avanço do Estado Islâmico em Mosul, Qaraqosh e em outros povoados perto de Nínive.
  • Os cristãos nigerianos também estão sofrendo perseguição pelo grupo Boko Haram e outros grupos extremistas.
  • O estupro e outras formas de violência sexual nos conflitos armados são as maiores e mais persistentes injustiças.
  • O padrão sistemático de ataques coordenados, a magnitude e a intensidade dos crimes, a consequente desaparição das comunidades cristãs na Síria e no Iraque demonstram que a perseguição aos cristãos, iazidis e outras minorias religiosas na Síria e no Iraque devem ser considerados como genocídio.
  • O Parlamento Europeu, a Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, o Congresso dos Estados Unidos, o Papa Francisco e os líderes cristãos de diferentes denominações qualificaram de genocídio as ações perpetradas pelo Estado Islâmico.

O manifesto tem o apoio das seguintes organizações: In Defense of Christians, Institude for Family Policy, Vida SV, Salesian Center Don Bosco in Gatchnia (Rússia), ConParticipación, Fundación VidaFlorida, Dilo Bien Latam, Argentinos Alerta.

+ Letter to:

Assine esta petição agora!

 
Please enter your first name
Please enter your last name
Please enter your email
Please enter your country
Please enter your zip code
Por favor, escolha uma opção:
Procesamos seus dados pessoais de acordo com nossas Política de privacidade e nossos Termos de uso.Ao assinar você aceita os termos de uso da CitizenGO e sua política de privacidade, e aceita receber mensagens de e-mail sobre nossas campanhas. Você pode cancelar seu cadastro na lista a qualquer momento.

Garanta a liberdade religiosa e qualifique de genocídio a perseguição aos cristãos

Ao Secretário Geral da ONU, Ban Ki-Moon

C/c Conselho de Segurança

  1. Solicitar o Conselho de Segurança da ONU que reconheça como genocídio os atos cometidos pelo chamado Estado Islâmico contra os cristãos e outras minorias religiosas.
  2. Pedimos à ONU que ative os mecanismos de proteção dos grupos minoritários perseguidos, bem como a punição dos criminosos.
  3. Solicitamos à ONU que prepare um Plano de Ação para resgatar as mulheres e meninas que foram sequestradas e/ou escravizadas. 
[Seu nome]

QUE A PERSEGUIÇÃO AOS CRISTÃOS SEJA DECLARADA COMO GENOCÍDIO PELA ONU

Assine esta petição agora!

0200.000
  190.368
 
190.368 pessoas já assinaram esta petição. Ajude-nos a conseguir 200.000 assinaturas.