Consagração do Brasil ao Imaculado Coração de Maria e ao Sagrado Coração de Jesus

Petição dirigida aos bispos do Brasil

 

Consagração do Brasil ao Imaculado Coração de Maria e ao Sagrado Coração de Jesus

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Consagração do Brasil ao Imaculado Coração de Maria e ao Sagrado Coração de Jesus

Eminentíssimos Cardeais, Excelentíssimos Arcebispos e Bispos. 

Nos tempos de grande desordem que o século vive, especialmente por conta da pandemia internacional da Covid-19, que ameaça não apenas a saúde de milhões de brasileiros mas tem provocado o pânico generalizado, o caos social, a quase completa destruição do mercado financeiro e uma crise econômica sem precedentes em escala mundial, entristece-nos grandemente a constatação de que, diante da ausência de soluções definitivas e de curto prazo para a crise, a falta de perspectiva e o medo instalaram-se nos corações dos brasileiros como jamais se observou em nossa história recente, sinal visível da perda progressiva da Fé, fenômeno observado ao longo das últimas décadas em todas as classes sociais, regiões geográficas, culturas e faixas etárias que compõem nossa nação.

Embora não nos caiba sondar os desígnios do Altíssimo, é notória a frequência com que o mesmo Deus, que não quer a morte do pecador e sim que se converta e viva, utiliza-se de crises, tragédias e calamidades para reavivar a fé de inúmeros cristãos, tirando de grandes males bens ainda maiores.
Por isso, sem deixar de tomar as medidas profiláticas necessárias para conter a pandemia, a recuperação da confiança na misericórdia divina e na Providência, que sempre cuida de nós com seu olhar Paterno, são remédios para aqueles que querem reviver a esperança de que o Senhor faz tudo concorrer para o bem daqueles que o amam.

Sabemos que foi com muita dor que Vossas Excelências tiveram que tomar a decisão de fechar as igrejas em todo o território nacional para as missas públicas, devido à possibilidade de contágio e de disseminação ainda mais veloz do coronavírus. Tal decisão foi movida pelo amor às ovelhas, que esperam de seus Pastores os meios para bem se conduzirem no mundo na perspectiva da eternidade. Participamos com Vossas Excelências da dor ao ter que nos anunciar a necessidade de tais medidas. Assim, grande parte das celebrações quaresmais, período litúrgico mais apropriado à conversão, à penitência e ao amadurecimento espiritual dos fiéis serão realizadas a portas fechadas e transmitidas pelos grandes veículos de comunicação aos mais de cem milhões de católicos que se encontram isolados em suas casas, durante o período de quarentena. A Semana Santa, ápice do calendário litúrgico e memória da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, também deverá ser celebrada do mesmo modo, razão de grande dor e sofrimento de muitos.
 
Por outro lado, temos confiança de que, como disse a Santíssima Virgem em Fátima, “os Corações de Jesus e de Maria estão atentos” às nossas súplicas (Mensagem aos pastorinhos). Assim também o Papa Francisco, em suas homilias sobre a Virgem Maria, nos incentiva a Ela recorrermos, pois é a “Porta do Coração de Deus”, “sinal de salvação e esperança” (cf. Sala de Imprensa 11/03/2020). Além disso, o Santo Padre nos chama a atenção a que rezemos pelas autoridades civis, sobretudo durante esta pandemia, pois muitas vezes se sentem sozinhas para tomarem decisões que não agradam. Por isso, é preciso que se sintam acompanhados pelas orações do povo (cf. Homilia na Missa em 12/03/2020).
 
Atentos à urgente necessidade dos auxílios do Céu, considerando as circunstâncias atuais, vimos com esperança as conferências episcopais de Portugal, Espanha e outros 22 países aderirem, no último dia 25/03, à Consagração de seus territórios ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria — nações pioneiras nesse ato que são próximas do Brasil por sua história, cultura e forte identidade católica. Assim sendo, viemos humildemente pedir, na condição de leigos, comprometidos em impregnar as realidades sociais, políticas e econômicas com as exigências da doutrina e da vida cristãs, tendo a obrigação e o direito de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra, para que todos conheçam a Cristo (cf. Catecismo da Igreja Católica, nn. 899-900), que a referida Consagração também se estenda ao Brasil, mediante a realização de cerimônia pública, com a presença do episcopado brasileiro.
 
Ao longo dos últimos 150 anos, tão marcados pela perseguição e atribulados para a Igreja e a humanidade, os Sumos Pontífices apontaram ao homem o Coração Sacratíssimo de Jesus como esperança no meio da tempestade, e confiaram à materna mediação do Imaculado Coração de Maria toda a humanidade, com suas angústias e tribulações. Tal exemplo foi seguido por muitos episcopados, confiantes no amor e na proteção dos Corações de Jesus e de Maria, como, por exemplo, o episcopado espanhol em 1919, durante a epidemia de Influenza, “a gripe espanhola”, que ceifou milhares de vidas, e o episcopado mexicano em 1924, em meio à perseguição religiosa. No Brasil, quando da inauguração do monumento ao Cristo Redentor, em 12 de outubro de 1931, o Cardeal Arcebispo Dom Sebastião Leme, de joelhos, recitou oração apropriada e, em 1955, no encerramento do Congresso Eucarístico Internacional, houve a consagração cívica do Brasil ao Sagrado Coração de Jesus.
 
Seguindo os passos de seu antecessor Pio XII, São João Paulo II consagrou ao Imaculado Coração de Maria o mundo a 13 de maio de 1982. Tendo renovado a mesma consagração no Jubileu para as Famílias, em 1984, período particularmente difícil da história do século XX, no ano 2000 consagrou a Maria Santíssima o milênio em que vivemos. O Papa Francisco, na presença de 100 mil pessoas na Praça de São Pedro, consagrou o mundo ao Imaculado Coração de Maria diante da imagem original da Virgem de Fátima, que foi levada a Roma desde o seu santuário em Portugal.
 
Nestes tempos de pandemia do COVID-19, quando milhares de vidas são ceifadas em toda parte, os filhos da Igreja choram e clamam ao Céu por misericórdia. Nos momentos mais difíceis, nas guerras, perseguições e epidemias, a Igreja nos ensinou a volver nossos olhos ao Coração de Cristo Redentor e ao Coração Imaculado de sua Mãe.
 
Deste modo, manifestando nossa mais sincera confiança na autoridade e importância de Vossas Excelências para a resolução dos problemas que mencionamos no início desta carta, bem como no papel essencial do episcopado no governo da Santa Igreja em suas dioceses e na condução das almas à sua santificação e salvação, suplicamos-lhes, na condição de filhos, que realizem a Consagração do Brasil ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria. Temos confiança de que, atentos às nossas súplicas elevadas por nossos Pastores, os Corações de Jesus e de Maria acolherão nossos anseios e dores e, em breve, teremos dias melhores para a nossa nação.
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Petição dirigida a: Aos bispos do Brasil

Exmos. Arcebispos e Bispos do Brasil. 

Atentos à urgente necessidade dos auxílios do Céu, considerando as circunstâncias atuais de pandemia do Coronavírus e o provável impacto econômico, vimos com esperança as conferências episcopais de Portugal, Espanha e de outros 22 países aderirem, nesta quarta-feira dia 25 de março, Festa da Anunciação do Senhor, a consagração de seus territórios ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria

As duas nações pioneiras nesse ato (Portugal e Espanha) são próximas do Brasil por sua história, cultura e forte identidade católica. Como filhos dessa mesma linha hispânica, vimos humildemente pedir, na condição de leigos comprometidos em impregnar as realidades sociais, políticas e econômicas com as exigências da doutrina e da vida cristãs, que o nosso Brasil também seja consagrado aos Corações por meio do episcopado brasileiro.

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